O golpe da reconquista; Leia opinião do professor Leonardo Boff – Portal O Farol

O golpe da reconquista; Leia opinião do professor Leonardo Boff

A classe gboffolpe via parlamento é um processo que tem gerado uma série de outros sucessos, com particular abuso da ordem jurídica e constitucional. Os golpes são contra a diversidade social e de gênero, que não é mais representada no governo, golpe para a cultura, soprar para a saúde, golpe aos direitos sociais, explodir pensões, golpe judicial e, finalmente explodir a eleições. Esses golpes estão por trás dos oligarcas do golpe que usaram estratégia inteligente para conquistar os setores do corpo Judiciário, Ministério Público, Polícia Federal e Ministério Público para atingir seus objetivos.

Eles encontraram uma figura de proa, educado no estrangeiro, para realizar este novo tipo de acidente vascular cerebral: um vigilante, julgamento, Sérgio Moro e sua equipe de jovens advogados, infantilmente exibicionistas. Imbuído convicções messiânicas para livrar o país de corrupção de que é pesquisa louvável dirigida a um único partido, o PT. Eles desconsideram todos os outros grupos, com nada menos corrupção, o foco concentrou-se em figuras de referência, como o ex-presidente Lula e vários ex-ministros, entre outros. Bem Marco Aurélio Mello ministro disse: “Moro evitou a lei, isso é óbvio.”

A novidade deste teatro político é a desfaçatez do juiz e da polícia para ignorar os direitos consagrados na Constituição e em todo o mundo, como a presunção de inocência, a implementação de detenção preventiva ou coercitiva, sem qualquer necessidade, ou gravações de drenagem deliberadas e irresponsáveis, nem mesmo respeitando a autoridade suprema do país, como foi o caso da presidente Dilma Rousseff, informantes recompensados, ficou sob forte pressão psicológica, e do espetáculo especialmente perversa de ações policiais, aviso adequado para os meios de comunicação em conluio com essas violações.

Parece que o juiz Moro estudado tanto a máfia italiana, que se tornou uma justiça mafioso e um seguidor do tempo jurista alemão do nazismo, Carl Schmitt, que sustentou a tese de que é o soberano que estabelece a lei e leis e não vice-versa, é a lei e as leis que impõem limites à soberana (conceito cf.El de 1992 política).

Entre as muitas razões por trás desta classe golpe Ressalto apenas duas: o ódio da classe dominante tem e sempre foi população pobre e negra. Não sou eu quem o diz. Fale sobre isso o grande historiador e acadêmico José Honório Rodrigues “, a maioria sempre foi sofrido e sempre foi destruída a sua esperança de melhoria; … as oligarquias negados os seus direitos, arrasou sua vida, conspirou para colocá-lo novamente na periferia, o lugar continua a acreditar que ele pertence “(Conciliação e Reforma no Brasil, 1965, 14 e 31). Acontece que um representante destes desprezado, que não foi educado na escola de Faraó, tornou-se presidente e transformou profundamente a vida de milhões de pobres.

Isso é intolerável para os oligarcas, acostumados a ocupar o Estado e seu aparato não para o bem de todos, mas os seus interesses corporativos. Lula e aqueles que o assemelham são odiados por isso. Eles nunca apreciado democracia, mas regimes fortes e ditatoriais que facilitam o acúmulo, uma das mais altas do mundo. Eles nunca entenderam o poder de soberania jurídica e política de um povo, mas como uma função de expressão dominação enriquecimento. Sérgio Moro desde que os crasso enquadramento legal para a saída deste ódio de classe.

Um segundo fator a ser destacado são: a estratégia de reconquista pelas oligarquias, que punhado de famílias super-ricos que controlam a maior parte da renda nacional e têm enorme poder econômico, político e de mídia. Eles pretendia voltar para o lugar que ocupou durante séculos, mas agora, com a situação histórica mudou, nunca chegam por meios democráticos, expressos pelo voto popular. Eles montar um golpe parlamentar vergonhoso.

Essas oligarquias representam a capital ordem e cultura, cruel e desumano, que nunca mostrou solidariedade com grandes maiorias sufridoras. Eles praticam uma economia altamente concentrador e depredaora de bens e serviços naturais, produzindo externalidades nocivas que são altamente injustiças sociais e ambientais graves, cuja responsabilidade isentos e jogue o Estado a tarefa de reparo. Um grupo deles ainda praticam o trabalho escravo, levando os trabalhadores a uma verdadeira destruição física e psicológica.

Eles voltam agora para fazer a reconquista sonho, só é possível contra a Constituição. Aplicar as medidas neoliberais mais flagrantes, atropelando as conquistas históricas dos trabalhadores e desacreditando a inteligência brasileira. E eles fazem isso com fúria, apoiado por um tribunal de emergência.
Esperamos que a rejeição desta reconquista pelos movimentos sociais, talvez a única, nas ruas e praças de todo o país, capazes de viabilizar esse retrocesso histórico infame.

Leonardo Boff é filósofo, ex-professor de ética da UERJ.

Categorias: Cidades,Colunistas,Leonardo Boff