Uma homenagem ao dia nacional do LIVRO. Ainda lemos muito pouco! Leia opinião do professor Josa – Portal O Farol

Uma homenagem ao dia nacional do LIVRO. Ainda lemos muito pouco! Leia opinião do professor Josa

No dia nacional do livro, 29 de outubro, data em que se comemora uma das invenções mais enriquecedoras do ser humano, podemos dizer que pouco tem a  se comemorar, pois 44% da população brasileira não ler e 30% nunca comprou um livro. Essa é uma constatação que nos deixa triste, já que o livro sempre foi tido como uma fonte inesgotável de conhecimento, levando os leitores para um mundo diferente, lugares espetaculares da imaginação humana. O livro deixa o ser humano mais rico em tudo, informa e ajudar no crescimento do vocabulário, mas, sobretudo no que diz respeito ao seu crescimento intelectual e humano. Os livros surgiram a centenas de anos e, desde então, continuam maravilhando as gerações com contos fantásticos e registrando os principais acontecimentos da história da humanidade. “Uma mente necessita de livros da mesma forma que uma espada necessita de uma pedra de amolar se quisermos que se mantenha afiada” George R. R. Martin. O ser humano necessita de livros, pois ele é o centro do conhecimento. O livro embeleza a alma e deixa o corpo feliz. Para Platão, grande filosofo, livro dão alma ao universo e vida a tudo. “Livros dão alma ao universo, asas para a mente, voo para a imaginação, e vida a tudo”. – Platão. O ato de ler é demasiadamente importante para todos. O saber intelectual, que vem do conhecimento livresco, não pode jamais protelar o livro. Quando lemos, passeamos com os olhos sobre as letras, palavras e texto, mas não apenas isso, também refletimos, pensamos e aprendemos novos horizontes. “Continue lendo. Isso é uma das mais maravilhosas aventuras que alguém pode ter.” – Lloyd Alexander. Infelizmente o povo brasileiro ainda não descobriu a importância do livro e do ato de ler. Menos de cinco livros são lidos por an o n o Brasil. Não foi a toa que surgiu o dia nacional do livro no Brasil. O Dia do Livro surgiu em homenagem à fundação da Biblioteca Nacional do Livro, em 1810, pela Coroa Portuguesa. Na época, D. João VI trouxe para o Brasil milhares de peças da Real Biblioteca Portuguesa, formando o princípio da Biblioteca Nacional do Brasil (fundada em 29 de outubro de 1810). Vale lembrar que o Brasil começou a editar seus próprios livros ainda em 1808, quando D. João VI fundou a Imprensa Régia. O primeiro livro a ser editado foi “Marília de Dirceu”, do escritor Tomás Antônio Gonzaga. “O saber a gente aprende com os mestres e os livros. A sabedoria se aprende é com a vida e com os humildes ( Cora Coralina). Veja quão grande é a importância do livro. “Os eruditos são aqueles que leram nos livros” ( Atrhur Schopenhauer). É uma verdade, para saber o saber erudito, é preciso ler nos livros. Não se aprende sem um livro. As ciências estão nos livros. A companhia dos livros dispensa com grande vantagem a dos homens (Marquês de Maricá). Para o Marquês, os livros são tão importantes, que dispensa a companhia dos homens. Com essa frase, ele não quis deixar pra lá as boas companhias humanas, jamais, porém quis mostrar o quanto o livro é basilar na vida humana. Bons livros transmitem conhecimento ou saberes. O conhecimento humano deve muito aos livros que permitiu que uma geração mostrasse a geração futura o que ela aprendeu, seus testes, pesquisas e resultados bem sucedidos de trabalhos feitos por homens de sua época. Quando lemos bons livros estamos nós interagindo e abstraindo o conhecimento de outras pessoas sobre os mais diversos assuntos. Bons livros nos ajuda a desenvolver o nosso senso crítico, isto é, a capacidade de ler e interpretar cenários a nossa volta e ao mesmo tempo nos posicionar de maneira efetiva e contundente quer a favor, quer contra ou ainda com uma postura neutra. Quando criticamos algo precisamos fazer baseado em parâmetros concretos e precisamos demonstrar não só o conhecimento de causa, mas capacidade de discernir entre o simples e o complexo, o trivial e o inovador e assim por diante. O livro é fundamental. Ler é basilar, tenho dito!

 

 

Prof. Josa, professor, jornalista e multimídia

 

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